quinta-feira, 20 de maio de 2010

Inclusão Tecnológica e Direito à Cultura


Tive o prazer de ser convidado para realizar uma apresentação no evento "Inclusão Tecnológica e Direito à Cultura", organizado pelo PROCAD - Sociedade da Informação, em parceria com o Mestrado em Direito e com a Escola de Comunicação da UniBrasil, em Curitiba.

Data e Local: Dia 20 de maio, às 19:00 hs no Auditório Edla Van Steen, UniBrasil, R. Konrad Adenauer, 442, Tarumã – Informações e Inscrição 3361.4315 – www.unibrasil.com.br

Temáticas: direito de autor e direito à cultura; movimento do software livre e das licenças públicas do conhecimento; sociedade da informação; diversidade cultural; democracia digital; legislação sobre a Web; domínio comum e propriedade privada revisitada; função social do conhecimento;

1 comentários:

Ferreira Junior disse...

“Sou incapaz de ficar indiferente ao que vejo a minha volta ou ao que fico sabendo, por meio de qualquer fonte de informação. Toda informação me aciona a reflexão”

Ontem participei do evento "Inclusão Tecnológica e Direito à Cultura" Que na minha opinião foi desagradável (isso porque estou sendo sutil) O que fez com que eu e mais alguns expectadores permanecessem no auditório foram as palavras de 2 dos 6 palestrantes. Os que salvaram a Noite foram os professores Ney Queiroz e Felipe Harmata ambos da Unibrasil. Os demais se intitularam superiores e em suas brigas de egos tornaram a bancada um púlpito para ignorantes, estavam palestrando pra quem? suas indagações não persuadiram ninguém, nem mesmo os próprios colegas que estavam ao lado, que além de não se concentrarem nos temas abordados ainda não se contiveram em ao menos respeitar. Me pergunto se um deles jogava colheita feliz em seu notebock?
Promover um evento deste, primeiramente verifique previamente o conteúdo que será abordado e se o mesmo se encaixa ao publico que o assistira. Sinto que foram aproximadamente 4 horas sem muito aproveitamento, e só não digo que foi 100% tempo perdido devido aos Merecidos Professores da Unibrasil que compunham a “banca”.