
Um contrato de cerca de R$ 1 milhão por ano deu ao grupo educacional Dom Bosco o direito de dar nome à primeira sala de cinema da tecnologia Imax de Curitiba, segunda do país, que abriu as portas ao público nessa sexta-feira, 24/07. O grupo está apostando no chamado naming rights (concessão de direito de nome), uma prática comum nos Estados Unidos e em alguns países europeus e que vem ganhando espaço também no Brasil, para associar sua marca à inovação e trazer benefícios para seus alunos.
“Esse tipo de parceria é uma tendência porque as empresas estão buscando cada vez mais estratégias de relacionamento com seus clientes. Patrocinando espaços culturais ou esportivos, elas têm a chance de oferecer benefícios, uma experiência para seus clientes”, diz Joyce Ajuz, diretora do curso de Administração/Entretenimento da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) no Rio de Janeiro.
O empresário Anibal Tacla, superintendente do Palladium e franqueado do Imax, diz que a parceria com o Dom Bosco foi fundamental para garantir a abertura da sala em Curitiba. “Praticamente todas as unidades do Imax no mundo são patrocinadas. É uma forma de tornar o negócio viável, já que o custo de instalação de uma sala com essa tecnologia é 14 vezes maior do que o de uma tradicional.” O investimento em cada sala é equivalente a R$ 300 mil por poltrona – a sala do Palladium tem 340 lugares – e o ingresso vai custar R$ 30.
Fonte: Gazeta do Povo
Fonte: Gazeta do Povo

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